• Claudia Henrich Lopes

Ansiedade


Você já teve a impressão de que algo ruim está para acontecer, como um pressentimento, ou algo do tipo? Muitas vezes acompanhada por uma sensação de "coração acelerado", suor ou "borboletas no estômago"?. Já ouviu alguém se denominar como "sou ansioso", ou ficar doido com a frase "amanhã eu te conto?". Como imaginado, o tema do post de hoje será sobre ansiedade.

A maioria de nós imagina a ansiedade como uma inquestionável vilã, mas você sabia que em muitos momentos ela é extremamente funcional, nos possibilitando uma vida saudável e organizada? Isso se deve ao fato da ansiedade ser um estado natural, uma característica comum e importante no nosso cotidiano, servindo como combustível e responsável por ações como luta ou fuga, por exemplo. Porém, é fato que em níveis descontrolados, o que poderia ser um traço da nossa personalidade, passa a ser considerado um transtorno. Isso acontece à medida que os sintomas ansiosos atrapalham a funcionalidade do nosso dia-a-dia.

Mas quais os sintomas patológicos da ansiedade? Quando ela se torna um problema? Veja bem, com relação as manifestações da ansiedade, essas podem ser físicas, com sintomas como dor no peito, taquicardia, falta de ar, respiração ofegante, sudorese, tremor no corpo, fraqueza ou cansaço, náusea, tensão muscular, aumento ou perda de peso, queda de cabelo, entre outros, e/ou sintomas psicológicos, como apreensão, medo angústia, inquietação, sensação de "no limite", incapacidade de relaxar, pensamentos catastróficos, preocupação com desgraças futuras.

Ainda assim, é importante ressaltar a singularidade sintomatológica, cada paciente pode manifestar de maneira singular. Ou seja: ainda que essas características sejam comuns, é muito difícil que uma pessoa apresente todas elas em contextos diferentes.

A boa notícia é que, por mais que pareça assustadora, a ansiedade tem tratamento eficaz e cientificamente comprovado, proporcionando muitos benefícios aos pacientes acometidos por esse transtorno. 
 A combinação de amparo psiquiátrico, com uso de tratamento medicamentoso e a terapia cognitivo comportamental com técnicas para manejo e controle da ansiedade apresentam mais de 80% de remissão do transtorno.

Algumas dicas para diminuir os impactos da ansiedade são atividades como: prática de exercício físico, alimentação saudável, momentos de lazer, práticas de respiração, meditação e rotina.

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